Cada filho é uma experiência única, com pedaços diferentes para serem passados.
Um desses pedaços foi o Henri, que só começou a comer mais ou menos quando já estava com 11 meses (com essa idade o Gustavo só não comia pedra).
A história começa lá atrás, quando o Henri saiu da pancinha e não ganhou peso nas primeiras semanas. O meu leite demorou para descer e precisei entrar com complemento. Isso não foi nada fácil para mim, me sentia muito incompetente e com medo que, com as mamadeiras ele não quisesse mais o meu peito. Mesmo assim, o mais importante era ele ficar fortinho.
Depois de mais ou menos um mês, meu leite vinha em quantidade e ele já estava mais espertinho. Parei com as mamadeiras e mantive ele apenas no peito. Caminhamos juntos e felizes, ganhando peso numa boa, até a entrada das papinhas...
Ele ficava com a boca aberta e não fazia o movimento da mastigação, tinha que dar comida pra ele quase deitado. Não queria doce, não queria salgado, ele só queria o peito. Tentei de tudo, mais tempero, menos tempero, espinafre, ervilha, papinha da Nestlé, nada descia. No mês que ele voltou a perder peso, decidi que não dava mais e sai marcando tudo que me indicaram. Marquei otorrino para ver se ele não tinha adenóide, marquei dentista para ver se estava tudo vem com a formação da boca e marquei fono para ele aprender os movimentos.
Uma sexta antes, do mais completo nada, ele resolveu fazer os movimentos e comer! Ainda assim fui em todos os caras que tinha marcado. Saí com mais meia dúzia de dicas de cada, mas sabendo que ele estava perfeito.
Hoje o Henri está com 1 ano e 2 meses, agora começou a comer arroz com caldo de feijão passado na peneira, come as sobremesas de frutinhas e ama um biscoito de tubinho.
Lições aprendidas?
1. Cada criança tem o seu tempo, que deve ser respeitado e entendido com amor, carinho e paciência.
2. Regras são boas para revistas, aqui no mundo real tudo se adapta.
3. Não existe rotina nesse negócio chamado maternidade, cada bebê é um novo looping em nossas vidas.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
É cada uma...
- Mãe, eu não tenho mais o meu relógio do Ben 10.
- É verdade né Gu, onde será que você guardou?
- Antes ficava na gaveta mãe, agora não tá mais lá.
- Ah Gu, quando chegar em casa a gente procura com calma, deve estar no cesto de brinquedos.
- Não mamãe, não tá. Você compra um novo no "relojeiro" que ele tem do Ben 10 lá.
- É verdade né Gu, onde será que você guardou?
- Antes ficava na gaveta mãe, agora não tá mais lá.
- Ah Gu, quando chegar em casa a gente procura com calma, deve estar no cesto de brinquedos.
- Não mamãe, não tá. Você compra um novo no "relojeiro" que ele tem do Ben 10 lá.
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Reinações do Gu
terça-feira, 24 de abril de 2012
Ferrala
Mais um causo do Sr. Gustavo... No prédio da minha mãe é necessário ligar e pedir que o manobrista suba o carro da garagem para o térreo, fazemos isso todos os dias.
O Edmilson, vulgo Emilson, é o amigao do Gu, eles aprontam até! O Gu sempre pede para pedir o carro e solta um "Emilson, sobe a Ferrala, por favor?". Ferrari ou Pimentao é o nosso Megane vermelho 98...
Dia desses liga o Edmilson em casa:
- Chris, você pediu pra subir o carro?
- Eu não Edmilson, por quê?
- O Guguzinho ligou aqui embaixo e me pediu pra subir a Ferrala, seu carro tá na portaria do térreo há mais de meia hora!
Mãe pensando... .... ...
- Gu, você pediu para o Tio Edmilson subir o carro?
- Pedi mamãe.
- E que botão você apertou pra ligar?
- Esse aqui (apontando o redial do interfone).
É... No final das contas, combinei com o Edmilson que ele só sobe o carro quando falar com a gente e depois com o Sr. Independência.
O Gu é assim, ele resolve. Vive nos dando exemplos de sua determinação. Outro dia me pediu água e eu estava terminando de tirar o sabão da louça. Ele não pensou duas vezes: foi na sala, pegou o banquinho, colocou do lado da pia, subiu, pego o copinho dele, desrosqueou, abriu o filtro, encheu o copo, fechou o filtro, fechou o copo e saiu tomando, na maior e melhor moral. Eu incentivo, acho ótimo. Só espero continuar me sentindo útil pra alguma coisa quando ele completar 18 anos...
O Edmilson, vulgo Emilson, é o amigao do Gu, eles aprontam até! O Gu sempre pede para pedir o carro e solta um "Emilson, sobe a Ferrala, por favor?". Ferrari ou Pimentao é o nosso Megane vermelho 98...
Dia desses liga o Edmilson em casa:
- Chris, você pediu pra subir o carro?
- Eu não Edmilson, por quê?
- O Guguzinho ligou aqui embaixo e me pediu pra subir a Ferrala, seu carro tá na portaria do térreo há mais de meia hora!
Mãe pensando... .... ...
- Gu, você pediu para o Tio Edmilson subir o carro?
- Pedi mamãe.
- E que botão você apertou pra ligar?
- Esse aqui (apontando o redial do interfone).
É... No final das contas, combinei com o Edmilson que ele só sobe o carro quando falar com a gente e depois com o Sr. Independência.
O Gu é assim, ele resolve. Vive nos dando exemplos de sua determinação. Outro dia me pediu água e eu estava terminando de tirar o sabão da louça. Ele não pensou duas vezes: foi na sala, pegou o banquinho, colocou do lado da pia, subiu, pego o copinho dele, desrosqueou, abriu o filtro, encheu o copo, fechou o filtro, fechou o copo e saiu tomando, na maior e melhor moral. Eu incentivo, acho ótimo. Só espero continuar me sentindo útil pra alguma coisa quando ele completar 18 anos...
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Irmãos mesmo, os melhores!
Os dois pequenos andam cada vez mais espertos, um é estímulo para o outro o tempo todo, eles são muito companheiros.
O Gustavo é o melhor irmão do mundo. Cuida do Henrique, brinca junto, sempre pensa no irmão, pega um pra ele e um pro irmão sempre, é um tal de "meu bebezinho", "meu irmão", "meu irmãozinho", o tempo todo.
Até o Pretinho, vulgo Black Number One, o mais adorado companheiro de soninho, ele empresta. Quando vou levar o Gu pra escola, ele coloca o Pretinho no colo do Henri e fala: "Toma irmão, vou te emprestar o meu Preto, quando eu voltar da escola você me devolve".
É lógico, assim como acontece com gente grande, tem dias que ele acorda meio virado Jiraya. Mas ainda assim ele segura muito bem a onda.
E o Henri retribui todo esse amor. Ele pira quando vê o Gu, quer fazer tudo igual, e até carinho ele faz, é a coisa mais fofa!
Espero que eles continuem assim pra sempre, assim como eu e a minha bebezinha Gabiroba.
O Gustavo é o melhor irmão do mundo. Cuida do Henrique, brinca junto, sempre pensa no irmão, pega um pra ele e um pro irmão sempre, é um tal de "meu bebezinho", "meu irmão", "meu irmãozinho", o tempo todo.
Até o Pretinho, vulgo Black Number One, o mais adorado companheiro de soninho, ele empresta. Quando vou levar o Gu pra escola, ele coloca o Pretinho no colo do Henri e fala: "Toma irmão, vou te emprestar o meu Preto, quando eu voltar da escola você me devolve".
É lógico, assim como acontece com gente grande, tem dias que ele acorda meio virado Jiraya. Mas ainda assim ele segura muito bem a onda.
E o Henri retribui todo esse amor. Ele pira quando vê o Gu, quer fazer tudo igual, e até carinho ele faz, é a coisa mais fofa!
Espero que eles continuem assim pra sempre, assim como eu e a minha bebezinha Gabiroba.
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Família
domingo, 4 de março de 2012
O Convite
Alan com conjuntivite, sentado no sofá com o Gu por perto. Gu começa a coçar o olho e o papai:
- Filhão, não coça o olho, se não você vai ficar com o olho dodói que nem o do Papai, para de coçar.
- Mas eu quero Pai, eu quero pegar o "convite".
...
...
- Filhão, não coça o olho, se não você vai ficar com o olho dodói que nem o do Papai, para de coçar.
- Mas eu quero Pai, eu quero pegar o "convite".
...
...
Gu sentado no sofá brincando com o irmãozinho:
- Mamãe, nem a pau que eu vou deixar o irmão pegar o Lanterna Verde.
....
....
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Reinações do Gu
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Vidinha dura
O Henrique já está com cinco meses e não tenho conseguido manter as atualizações do blog. O motivo é bem bobo, acho que a velocidade dos meus polegares não acompanha a do meu pensamento. Fico muito mais à vontade com o teclado do computador, mas nem sempre tenho ele em mãos na hora que bate uma folguinha.
O Henri está cada vez mais gordinho, cheio, repleto, entupido de dobrinhas por todos os lados. Para arrematar a fofura, ele tem umas manchinhas na coxa que olha, por Deus, é uma delícia.
Quando o Henri e o Gu estão juntos é uma combinação deliciosa. O Gu abraça e beija o irmão o tempo todo, chama ele de "pititico", "meu bebê" e "irmãozinho".
Ele ajuda a dar banho, passando sabão na cabeça do irmão. Ajuda a trocar fraldas, trazendo tudo que é preciso, jogando a água fora, ajuda de verdade.
O Henri, por sua vez, não pode ver o Gu dormindo. Se estão deitadinhos um do lado do outro, ele começa a passar a mãozinha no Gu, mexer com ele, tudo pra ver se ele acorda.
Sei que vou me arrepender disso um dia, mas coloco o Henri de pé na cama para ele pular junto com o Gu e ele fica dobrando os joelhos pra tentar pular. Os dois acham o máximo, muitas risadas fofinhas.
No carro os dois seguem de mãos dadas sempre.
Ver o relacionamento entre os dois é ver o amor crescer, não existe nada mais lindo.
O Henrique entrou nas papinhas na semana passada e está indo muito bem, o gordinho vai ser um bom de boca mesmo. Até pãozinho já chupou, dado pelo meu Vô Catapimba e pela minha mãe, é claro.
Ele é muito sorridente, faz bagunça o tempo todo e agora começou com os "tatás" "tutus" da vida, louco pra conversar.
Falta menos de um mês pra voltar da licença maternidade e ainda não sei como vou fazer pra sobreviver às saudades que vou sentir desses dois. Vou jogar na Mega Sena hoje, torçam por mim.
O Henri está cada vez mais gordinho, cheio, repleto, entupido de dobrinhas por todos os lados. Para arrematar a fofura, ele tem umas manchinhas na coxa que olha, por Deus, é uma delícia.
Quando o Henri e o Gu estão juntos é uma combinação deliciosa. O Gu abraça e beija o irmão o tempo todo, chama ele de "pititico", "meu bebê" e "irmãozinho".
Ele ajuda a dar banho, passando sabão na cabeça do irmão. Ajuda a trocar fraldas, trazendo tudo que é preciso, jogando a água fora, ajuda de verdade.
O Henri, por sua vez, não pode ver o Gu dormindo. Se estão deitadinhos um do lado do outro, ele começa a passar a mãozinha no Gu, mexer com ele, tudo pra ver se ele acorda.
Sei que vou me arrepender disso um dia, mas coloco o Henri de pé na cama para ele pular junto com o Gu e ele fica dobrando os joelhos pra tentar pular. Os dois acham o máximo, muitas risadas fofinhas.
No carro os dois seguem de mãos dadas sempre.
Ver o relacionamento entre os dois é ver o amor crescer, não existe nada mais lindo.
O Henrique entrou nas papinhas na semana passada e está indo muito bem, o gordinho vai ser um bom de boca mesmo. Até pãozinho já chupou, dado pelo meu Vô Catapimba e pela minha mãe, é claro.
Ele é muito sorridente, faz bagunça o tempo todo e agora começou com os "tatás" "tutus" da vida, louco pra conversar.
Falta menos de um mês pra voltar da licença maternidade e ainda não sei como vou fazer pra sobreviver às saudades que vou sentir desses dois. Vou jogar na Mega Sena hoje, torçam por mim.
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Família
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Sobre as carecas
Mulher em período de amamentação tem um sério problema com queda de cabelo. Cai muito, muito mesmo, é bem assustador. Sabe banho rápido, extremamente necessário por quê os pequenos te aguardam do lado de fora? Então... Não rola, você não consegue parar de puxar fio da cabeça.
Passei por isso na amamentação do Gu e agora novamente na do Henri.
Apesar do cabelo nascer de novo depois de um tempo, ainda assim é desesperador. E, justamente por saber que é normal, isso é tudo que você não precisa ouvir, afinal isso você já sabe... Então ficam aqui algumas dicas do que responder quando sua esposa ou filha disser "Acho que vou ficar careca, meu cabelo tá caindo demais":
- Mesmo careca vou continuar amando você amor.
- Filha, olha que lindo esse corte de cabelo estilo Ball.
- Descobri um shampoo antiqueda sensacional.
E por aí vai...
Passei por isso na amamentação do Gu e agora novamente na do Henri.
Apesar do cabelo nascer de novo depois de um tempo, ainda assim é desesperador. E, justamente por saber que é normal, isso é tudo que você não precisa ouvir, afinal isso você já sabe... Então ficam aqui algumas dicas do que responder quando sua esposa ou filha disser "Acho que vou ficar careca, meu cabelo tá caindo demais":
- Mesmo careca vou continuar amando você amor.
- Filha, olha que lindo esse corte de cabelo estilo Ball.
- Descobri um shampoo antiqueda sensacional.
E por aí vai...
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
A chegada do Henrique
Os preparativos para chegada do Henrique foram bem diferentes da chegada do Gu, cada gravidez é realmente única, e não necessariamente mais tranqüila por ser a segunda vez.
O Henrique estava sentado, praticamente tomando um chá dentro da pancinha, na maior tranqüilidade do mundo. Pela posição o Dr. Sidney utilizou um critério muito justo para agendar a data do parto: a mesma quantidade em dias e semanas da gravidez do Gu, ou seja, os dois nasceram com a mesma idade gestacional.
O Henrique nasceu no dia 02 de agosto, no Santa Catarina, com 49cm e 3.100kg. Os sentimentos ficam à flor da pele novamente e todo pacote de pensamentos, de responsabiliidade, amor, preocupação, todos retomam seus devidos lugares. O único sentimento que ficou de lado dessa vez foi a insegurança, estávamos bem mais confiantes em nossas habilidades materna e paterna.
Chroramos muito, curtimos com a família e os amigos a delícia de bebezinho que o Papai do Céu mandou pra gente!!!
A correria dos primeiros 15 dias
Toda segurança que eu tinha foi para o ralo nos primeiros 15 dias. O Henrique teve icterícia por incompatibilidade do nosso tipo sangüíneo. Ele saiu da maternidade bem, mas o tempo feio não ajudou, nem um solzinho pra ajudar a mandar a dita embora. Além disso, ele era muito preguiçoso para mamar, não estava ganhando peso. O meu peito fissurou e não estava produzindo leite da forma como deveria. Fiquei apavorada só de pensar na possibilidade de não conseguir amamentar mais o Henrique, ou dele gostar tanto da idéia de tomar uma mamadeira de vez em quando que não quisesse mais pegar.
Foi preciso fazer exame de sangue nele duas vezes para ter certeza que a bilirrubina estava baixa e não precisava de maiores cuidados. Choramos, eu, o Henri e minha mãe, é terrível tirar sangue de um bracinho tão pequenino, mesmo com as enfermeiras mais fofas do mundo.
No final das contas ficou tudo bem. A icterícia finalmente foi embora e entrei com a mamadeira para que ele ganhasse peso mais rápido. Não, ele não parou de mamar por causa da mamadeira, muito pelo contrário! Foi o tempo necessário para que eu ficasse mais calma e meu leite começasse a descer com a força toda. Agora, com 02 meses, ele está mamando só no peito e engordando bastante, cheio de dobrinhas.
Meu irmãozinho
O Gu acompanhou tudo com a gente no hospital, viu o primeiro banho do Henrique, assistiu tudo com olhinhos atentos e um pouco assustados, tipo "essa coisinha aí toda melecada é meu irmão????"
O Henrique trouxe, de presente da loja do céu, duas espadas de espuma e um cavalinho de madeira para o Gustavo. Ele adorou os presentes e já começou a fazer a farra com o Biel no corredor do Santa Catarina.
Pegou o irmãozinho no colo, beijou, e ali a mágica se fez. O que já acontecia quando o Henrique estava na barriga, todo carinho e amor que o Gu já dedicava, era tudo "de verdade verdadeira". A frase mais constante dele é "ele é tão fofinho né mamãe?". E a contrapartida que o Gu recebe são dois olhinhos de jabuticaba virados para ele com a maior admiração do mundo.
Não tenho dúvida que eles serão ótimos amigos, companheiros para toda a vida, assim como eu e a Gabi. Não pode existir nada melhor do que ver o amor crescer!!!
O Henrique estava sentado, praticamente tomando um chá dentro da pancinha, na maior tranqüilidade do mundo. Pela posição o Dr. Sidney utilizou um critério muito justo para agendar a data do parto: a mesma quantidade em dias e semanas da gravidez do Gu, ou seja, os dois nasceram com a mesma idade gestacional.
O Henrique nasceu no dia 02 de agosto, no Santa Catarina, com 49cm e 3.100kg. Os sentimentos ficam à flor da pele novamente e todo pacote de pensamentos, de responsabiliidade, amor, preocupação, todos retomam seus devidos lugares. O único sentimento que ficou de lado dessa vez foi a insegurança, estávamos bem mais confiantes em nossas habilidades materna e paterna.
Chroramos muito, curtimos com a família e os amigos a delícia de bebezinho que o Papai do Céu mandou pra gente!!!
A correria dos primeiros 15 dias
Toda segurança que eu tinha foi para o ralo nos primeiros 15 dias. O Henrique teve icterícia por incompatibilidade do nosso tipo sangüíneo. Ele saiu da maternidade bem, mas o tempo feio não ajudou, nem um solzinho pra ajudar a mandar a dita embora. Além disso, ele era muito preguiçoso para mamar, não estava ganhando peso. O meu peito fissurou e não estava produzindo leite da forma como deveria. Fiquei apavorada só de pensar na possibilidade de não conseguir amamentar mais o Henrique, ou dele gostar tanto da idéia de tomar uma mamadeira de vez em quando que não quisesse mais pegar.
Foi preciso fazer exame de sangue nele duas vezes para ter certeza que a bilirrubina estava baixa e não precisava de maiores cuidados. Choramos, eu, o Henri e minha mãe, é terrível tirar sangue de um bracinho tão pequenino, mesmo com as enfermeiras mais fofas do mundo.
No final das contas ficou tudo bem. A icterícia finalmente foi embora e entrei com a mamadeira para que ele ganhasse peso mais rápido. Não, ele não parou de mamar por causa da mamadeira, muito pelo contrário! Foi o tempo necessário para que eu ficasse mais calma e meu leite começasse a descer com a força toda. Agora, com 02 meses, ele está mamando só no peito e engordando bastante, cheio de dobrinhas.
Meu irmãozinho
O Gu acompanhou tudo com a gente no hospital, viu o primeiro banho do Henrique, assistiu tudo com olhinhos atentos e um pouco assustados, tipo "essa coisinha aí toda melecada é meu irmão????"
O Henrique trouxe, de presente da loja do céu, duas espadas de espuma e um cavalinho de madeira para o Gustavo. Ele adorou os presentes e já começou a fazer a farra com o Biel no corredor do Santa Catarina.
Pegou o irmãozinho no colo, beijou, e ali a mágica se fez. O que já acontecia quando o Henrique estava na barriga, todo carinho e amor que o Gu já dedicava, era tudo "de verdade verdadeira". A frase mais constante dele é "ele é tão fofinho né mamãe?". E a contrapartida que o Gu recebe são dois olhinhos de jabuticaba virados para ele com a maior admiração do mundo.
Não tenho dúvida que eles serão ótimos amigos, companheiros para toda a vida, assim como eu e a Gabi. Não pode existir nada melhor do que ver o amor crescer!!!
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Boas vindas,
Henrique
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Atacamos a cozinha novamente!!!
Dessa vez com uma receita deliciosa de Pão-de-Ló.
O segredo para encarar um bolo com uma criança é separar os ingredientes como a Ana Maria Braga faz, com as quantidades certas em potes de plástico. Também é bom deixar a forma untada e o forno pré-aquecido.
O Gu ama misturar tudo na batedeira e ficar girando pra dar o ponto certo.
O Gu colocou o nome de bolo fofinho, nós recomendamos!!!
O segredo para encarar um bolo com uma criança é separar os ingredientes como a Ana Maria Braga faz, com as quantidades certas em potes de plástico. Também é bom deixar a forma untada e o forno pré-aquecido.
O Gu ama misturar tudo na batedeira e ficar girando pra dar o ponto certo.
O Gu colocou o nome de bolo fofinho, nós recomendamos!!!
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Reinações do Gu
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Curtinhas
- Mamãe, você está dando banho no irmãozinho?
- Tô Gu, é um dos últimos banhos do Henrique na barriga da mamãe, depois ele vai tomar banho do lado de fora.
- E eu vou pegar ele no mi colinho mamãe, no mi colinho. (batendo com a mãozinha no peito, no maior sinal de responsabilidade)...
- Tô Gu, é um dos últimos banhos do Henrique na barriga da mamãe, depois ele vai tomar banho do lado de fora.
- E eu vou pegar ele no mi colinho mamãe, no mi colinho. (batendo com a mãozinha no peito, no maior sinal de responsabilidade)...
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Modéstia Leonina
- Olha só Gu como os dedos dele percorrem as cordas, como ele segura o violão...
- Igual o Gu mamãe, igual eu.Ontem foi com o vídeo da Nannusca, amiga da vida:
- Olha só a Tia Nanny cantando filho, olha que linda!
- Linda mamãe. Igual o Gu, né?
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Reinações do Gu
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Henrique on the way!
Quase não postei a respeito da gravidez por aqui... A correria tá grande, acho que até maior do que durante a gravidez do Gu. Estou a vinte e tantos dias da chegada do Henrique e ainda não escolhemos as lembrancinhas da maternidade. Normal? Nem um pouco...
No último final de semana conseguimos encaminhar as coisas um pouco mais, as roupinhas da maternidade agora já estão passadas, a prateleira instalada. E assim caminhamos, uma coisinha por vez.
O Henrique mexe demais, em quantidade e intensidade. Muitas vezes fico com algumas partes da pancinha super doloridas por conta da farra dele lá dentro. Mesmo assim continua sendo uma delícia, sentir ele bem e em movimento. Só fico meio com medo que ele resolva sair antes da hora por conta disso. A chegada está prevista para 11 de agosto, mas acho que ele chega um pouquinho antes, na primeira semana de agosto.
Tenho certeza que o Gustavo está pressentindo a chegada do irmãozinho. Desde a semana passada está ainda mais presente, mais carinhoso e mais falante com a barriga. Até o Pretinho vem conversar com o irmãozinho, ele fala "Olha irmãozinho, olha Henrique, esse é o Pretinho!" Faz mil planos, que vai segurar o irmão no colo, que vai cuidar, vai dar beijinho, e por aí vai. A cada cinco minutos ele vem e dá um beijo na minha barriga "vou beijar o irmãozinho mamãe" e volta e meia solta um "Mamãe, o Henrique já tá chegando, né?".
Ele está escolhendo o presente que o irmão vai trazer da loja do céu, a primeira opção foi um navio da Imaginext que só de olhar a etiqueta já me deu contração, rsssss... Tenho fé que vamos convencer ele a aceitar um cavalinho de madeira, muito mais criativo
Uma amizade que começa assim desde a pancinha não tem como dar errado! Vai ser maravilhoso curtir esses meninos!!!
No último final de semana conseguimos encaminhar as coisas um pouco mais, as roupinhas da maternidade agora já estão passadas, a prateleira instalada. E assim caminhamos, uma coisinha por vez.
O Henrique mexe demais, em quantidade e intensidade. Muitas vezes fico com algumas partes da pancinha super doloridas por conta da farra dele lá dentro. Mesmo assim continua sendo uma delícia, sentir ele bem e em movimento. Só fico meio com medo que ele resolva sair antes da hora por conta disso. A chegada está prevista para 11 de agosto, mas acho que ele chega um pouquinho antes, na primeira semana de agosto.
Tenho certeza que o Gustavo está pressentindo a chegada do irmãozinho. Desde a semana passada está ainda mais presente, mais carinhoso e mais falante com a barriga. Até o Pretinho vem conversar com o irmãozinho, ele fala "Olha irmãozinho, olha Henrique, esse é o Pretinho!" Faz mil planos, que vai segurar o irmão no colo, que vai cuidar, vai dar beijinho, e por aí vai. A cada cinco minutos ele vem e dá um beijo na minha barriga "vou beijar o irmãozinho mamãe" e volta e meia solta um "Mamãe, o Henrique já tá chegando, né?".
Ele está escolhendo o presente que o irmão vai trazer da loja do céu, a primeira opção foi um navio da Imaginext que só de olhar a etiqueta já me deu contração, rsssss... Tenho fé que vamos convencer ele a aceitar um cavalinho de madeira, muito mais criativo
Uma amizade que começa assim desde a pancinha não tem como dar errado! Vai ser maravilhoso curtir esses meninos!!!
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
Biscoitinhos
Coisas pequenas e fofinhas, como levar a meia do Papai do varal pra cama, “arrumar” aquela deliciosa gaveta de vasilhas de plástico, varrer a casa atrás da gente, e por aí vai.
Como ele é assim por natureza, já tem um tempinho que deixamos ele fazer algumas coisas com a gente na cozinha, como gelatina e biscoitinhos. Além de desenvolver a concentração, foco e proximidade, é uma delícia estar na cozinha com ele, que se sente muito importante em estar “cozinhando” com a mamãe. Já fizemos os Biscoitos 1,2,3 e sequilhos de maizena. Pessoalmente gostei mais dos sequilhos, são mais gostosinhos de comer. Fica a dica do Gu:
Biscoitos 1,2,3
Ingredientes:
300 g de farinha
100 g de açúcar
200 g de manteiga sem sal
Modo de preparo:
Juntos, vocês podem peneirar a farinha e o açúcar. Acrescente a manteiga e o aromatizante de sua preferência, se for o caso. Misture os ingredientes com os dedos até formar uma massa que desprenda das mãos. Corte com moldes de formas divertidas e leve ao forno médio preaquecido por mais ou menos 20 minutos. Para variar, aperte ao meio dos biscoitos com o dedo e coloquem um pouco de geléia antes de levar ao forno.
Sequilhos de Coco
Ingredientes:
100g de margarina
01 xícara de açúcar
03 gemas
01 vidro de leite de coco
500g de maizena
Modo de preparo:
Misture a margarina, o açucar, as gemas e o leite de coco. Junte a maizena e amasse bem. Faça bolinhas e coloque em uma assadeira untada e enfarinhada. Leve ao forno por 25 minutos.
Rende 120 unidades.
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
Curtinhas
Um frio danado, eu e o Gu deitados na ca cama esperando o Papai trazer o tetê:
- Mamãe, esse travesseiro tá pequeno pra mim, preciso de um igual o do Papai. Posso usar o dele mãe, você coloca pra mim?
- Gu, aqui não cabe travesseirão, só travesseirinho. Travesseirão só se for dormir na sua caminha de novo.
- Então você compa mamãe, no final de semana?
- Mamãe, esse travesseiro tá pequeno pra mim, preciso de um igual o do Papai. Posso usar o dele mãe, você coloca pra mim?
- Gu, aqui não cabe travesseirão, só travesseirinho. Travesseirão só se for dormir na sua caminha de novo.
- Então você compa mamãe, no final de semana?
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Curtinhas
Depois de ter me deixado no serviço, na porta do prédio:
- Pai, a mamãe tá de bota de cubói?
- Tá sim Gu!
- Que maluca essa mamãe Papai...
- Pai, a mamãe tá de bota de cubói?
- Tá sim Gu!
- Que maluca essa mamãe Papai...
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
A Primeira Festa Junina
Este foi o primeiro ano junina para o Gu, e vamos combinar que não tem nada mais gostoso que festa junina....
Doce de abóbora, vinho quente, pipoca, canjica, cocada, quentão, canjica de novo, milho com bastante manteiga, doce de batata, mais canjica, nham nham.
Apesar de todas essas memórias da gordinha que vos fala, o que o Gu mais gostou foi ficar de cowboy como o Woody.
A parte mais legal da festa foi ver a amizade dele e da Giu, olha só que fofos! E pensar que esses dois são amigos desde quando eu e a Elaine estávamos grávidas...
Doce de abóbora, vinho quente, pipoca, canjica, cocada, quentão, canjica de novo, milho com bastante manteiga, doce de batata, mais canjica, nham nham.
Apesar de todas essas memórias da gordinha que vos fala, o que o Gu mais gostou foi ficar de cowboy como o Woody.
O primeiro evento da escolinha foi um Baile Sertanejo, acho que pra acostumar os pequenos a se verem caracterizados. Ele amou a maquiagem que a minha mãe fez e não deixou tirar nem pra ir dormir, chorou no dia seguinte na hora do banho, uma loucura.
Na festinha que rolou pra valer, como quase todos os amigos, morreu de vergonha e travou na hora da dança. Lá fui eu pagar o mico e entrar na roda junto com as crianças, nessa hora ele se animou e dançou bonitinho.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Um grande desafio
Essa história de fazer cocô na privada é realmente um dos maiores desafios que a molecadinha pode enfrentar enquanto cresce.
Quando começamos a tirar a fralda do Gu, além dos sábios conselhos da Dra. Cleide e da Mamãe, comecei a procurar matérias nas revistas a respeito do assunto na tentativa de tentar ajudar ao máximo nessa fase tão difícil...
Descobri que não existe fórmula mágica, cada criança é única e supera essa história à sua maneira e, principalmente, a seu tempo.
Li um monte de conselhos repetidos, que instintivamente e pela observação da experiência alheia, já tinham sido colocados em prática: livros de história do cocô, adesivo da paciência pra ter saco de ficar sentado na privada esperando o cocô chegar e adesivo da coragem pra quando o cocô saia, além do básico tchau tchau cocô.
Mesmo assim, o cocô na privada só acontecia por um acaso: na maior parte das vezes o Gu esperava a hora de ir dormir, quando colocamos a fralda, e aí fazia o cocô.
A parte boa é que ele não faz na cueca de jeito nenhum, se está de cueca pede para fazer na privada, mas não deixava sair, até antes de ontem...
Como deu certo? A combinação de três coisas:
1. Quando ele já está cansado de tentar na privada, colocamos a fralda nele e esperamos no banheiro até ele fazer o cocô. Quando sai, jogamos na privada com toda a cerimônia do tchau cocô. Isso ajudou ele a entender o lugar certo das coisas, que "o cocô ia nadar no rio com os amigos dele", e por aí vai, sempre insistindo que ele precisa continuar tentando na privada (dica da Dra. Cleide).
2. Uma história maluca que o Alan contou que o cocô precisa encontrar com o papai dele, o Cocozildo, e a mamãe dele, a Cocozilda... Acho que o Gu se compadeceu do pobre cocô isolado da família o tempo todo: toda vez que jogamos o cocô dele na privada, ele pergunta se o cocô tá indo encontrar com a mamãe e o papai dele.
3. Muita, mas muuuuuuita paciência.
4. A festa básica do cocô quando ele sai da privada.
O primeiro resultado positivo foi no domingo, quando ele conseguiu fazer cocô na privada duas vezes durante o dia. Vamos ver se ele mantém o ritmo, mas estamos super empolgados, principalmente pelo esforço dele, que é constante.
O que deu certo para você?
Quando começamos a tirar a fralda do Gu, além dos sábios conselhos da Dra. Cleide e da Mamãe, comecei a procurar matérias nas revistas a respeito do assunto na tentativa de tentar ajudar ao máximo nessa fase tão difícil...
Descobri que não existe fórmula mágica, cada criança é única e supera essa história à sua maneira e, principalmente, a seu tempo.
Li um monte de conselhos repetidos, que instintivamente e pela observação da experiência alheia, já tinham sido colocados em prática: livros de história do cocô, adesivo da paciência pra ter saco de ficar sentado na privada esperando o cocô chegar e adesivo da coragem pra quando o cocô saia, além do básico tchau tchau cocô.
Mesmo assim, o cocô na privada só acontecia por um acaso: na maior parte das vezes o Gu esperava a hora de ir dormir, quando colocamos a fralda, e aí fazia o cocô.
A parte boa é que ele não faz na cueca de jeito nenhum, se está de cueca pede para fazer na privada, mas não deixava sair, até antes de ontem...
Como deu certo? A combinação de três coisas:
1. Quando ele já está cansado de tentar na privada, colocamos a fralda nele e esperamos no banheiro até ele fazer o cocô. Quando sai, jogamos na privada com toda a cerimônia do tchau cocô. Isso ajudou ele a entender o lugar certo das coisas, que "o cocô ia nadar no rio com os amigos dele", e por aí vai, sempre insistindo que ele precisa continuar tentando na privada (dica da Dra. Cleide).
2. Uma história maluca que o Alan contou que o cocô precisa encontrar com o papai dele, o Cocozildo, e a mamãe dele, a Cocozilda... Acho que o Gu se compadeceu do pobre cocô isolado da família o tempo todo: toda vez que jogamos o cocô dele na privada, ele pergunta se o cocô tá indo encontrar com a mamãe e o papai dele.
3. Muita, mas muuuuuuita paciência.
4. A festa básica do cocô quando ele sai da privada.
O primeiro resultado positivo foi no domingo, quando ele conseguiu fazer cocô na privada duas vezes durante o dia. Vamos ver se ele mantém o ritmo, mas estamos super empolgados, principalmente pelo esforço dele, que é constante.
O que deu certo para você?
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O Bom Filho...
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Curtinhas
No caminho para o sacolão com minha mãe e o Gu no carro, e o Gu fala brincando:
- Vou dar uns tapas ni vocês vovó.
- Que é isso Gu, não pode bater não!
E ele pra fechar:
- Tá maluuuuuco meu?
- Vou dar uns tapas ni vocês vovó.
- Que é isso Gu, não pode bater não!
E ele pra fechar:
- Tá maluuuuuco meu?
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Reinações do Gu
Pequeno Gigante
Levamos o Gustavo na pediatra esta semana e ele está com 1.02m de altura e 16.5 kg. Literalmente para o infinito e além.
Essa consulta foi muito especial, foi a primeira vez que o Gu falou que ia na "Dra Clebdeide", deu um abraço bem gostoso nela e, depois de um início de manha, desencanou de chorar e ficou bonzinho.
Tá tudo correndo bem com o pequeno, como sempre saímos de lá recheados de muito carinho e de valiosas dicas, principalmente por conta da saída das fraldas.
O xixi na privada ele já tira de letra, falta só o "número 2" começar também. Se ele está de cueca, fica segurando até a hora de colocar a fralda pra dormir, quando ele apoveita e coloca "tudo" no mesmo pacote. Só o fato dele não fazer na cueca já me deixa contente, ele avisa que quer fazer, pede, mas trava.
Bom, vamos continuar no caminho, incentivando com livros, bichinhos, com a presença por perto e uma dose recheada de paciência.
No verão pretendemos tirar a fralda noturna dele também, aí não vai ter mais escapatória....
Essa consulta foi muito especial, foi a primeira vez que o Gu falou que ia na "Dra Clebdeide", deu um abraço bem gostoso nela e, depois de um início de manha, desencanou de chorar e ficou bonzinho.
Tá tudo correndo bem com o pequeno, como sempre saímos de lá recheados de muito carinho e de valiosas dicas, principalmente por conta da saída das fraldas.
O xixi na privada ele já tira de letra, falta só o "número 2" começar também. Se ele está de cueca, fica segurando até a hora de colocar a fralda pra dormir, quando ele apoveita e coloca "tudo" no mesmo pacote. Só o fato dele não fazer na cueca já me deixa contente, ele avisa que quer fazer, pede, mas trava.
Bom, vamos continuar no caminho, incentivando com livros, bichinhos, com a presença por perto e uma dose recheada de paciência.
No verão pretendemos tirar a fralda noturna dele também, aí não vai ter mais escapatória....
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Todo Mês
terça-feira, 10 de maio de 2011
Diálogos da Madrugada
O Gu nunca deu problema pra comer, sempre mandou super bem. Ultimamente ele tem se superado, além de jantar na escolinha, repete o jantar quando chega em casa, toma suco, danoninho e, para arrematar, toma duas mamadeiras de 270ml antes de dormir. Sim, eu disse duas. Tá uma draga!!! Esses dias, além dessa fome sertaneja, ele achou de pedir mais uma mamadeira às quatro da manhã. No primeiro dia eu falei não, ele virou e dormiu. Já no segundo dia:
- Mamãe, faz um tetê pro Gu?
- Não Gu, não é hora de tetê. Tem hora pra tudo na vida, pra comer, ir na escolinha, tomar tetê e dormir. Agora é hora de dormir.
(ataque de choro desesperado)
- Mas só um golinho mamãe, só um golinho...
(fazendo o gesto de pequenininho com os dedinhos deliciosos da mão).
- Não Gu, agora não é hora.
(mais um ataque de choro desesperado)
- Gu, a hora que o passarinho vier na janela e fizer pipipiu é sinal de que é hora de você tomar o tetê, tá bom?
(Gu quieto por alguns minutos)
- Ah, olha só mamãe! É o pipiu, viu?
- Gu, não é o pipiu, não adianta tentar me enrolar... (morrendo de rir por dentro).
Depois dessa começou a onda do Pretinho amassado. O Pretinho é o amor da vida do Gu, o amiguinho de todas as horas. Justamente por isso, o estado do pretinho já não é mais o mesmo, tá meio frouxo o bichinho.
- Mamãe, o pretinho tá amassado...
- Não tá Gu, para de implicar com o Pretinho e vai dormir. (choro)
- Tá sim mamãe, olha aqui! (mostrando o vinco da blusa azul que o Pretinho usa).
- Gu, vamos dormir filho, é bullying você ficar falando assim do Pretinho tadinho, o que ele vai achar? Você também tá amassado, você tá de pijama!
- Eu não tô amassado, não tô amassadoooooooooooo... (choro, muito choro)
- Gu, vira e dorme, são cinco da manhã!
Como o Gu herdou toda nossa teimosia, ele ficou acordado, com algumas pequenas crises de choro desesperado, até seis e meia da manhã, quando o pipiu finalmente chegou na janela. Fizemos o tetê, é óbvio que ele secou mais essa mamadeira... E eu voltei a dormir, mais longos vinte minutinhos até a hora de acordar oficialmente e ir trabalhar. Foi dureza, mas foi muito engraçado...
- Mamãe, faz um tetê pro Gu?
- Não Gu, não é hora de tetê. Tem hora pra tudo na vida, pra comer, ir na escolinha, tomar tetê e dormir. Agora é hora de dormir.
(ataque de choro desesperado)
- Mas só um golinho mamãe, só um golinho...
(fazendo o gesto de pequenininho com os dedinhos deliciosos da mão).
- Não Gu, agora não é hora.
(mais um ataque de choro desesperado)
- Gu, a hora que o passarinho vier na janela e fizer pipipiu é sinal de que é hora de você tomar o tetê, tá bom?
(Gu quieto por alguns minutos)
- Ah, olha só mamãe! É o pipiu, viu?
- Gu, não é o pipiu, não adianta tentar me enrolar... (morrendo de rir por dentro).
Depois dessa começou a onda do Pretinho amassado. O Pretinho é o amor da vida do Gu, o amiguinho de todas as horas. Justamente por isso, o estado do pretinho já não é mais o mesmo, tá meio frouxo o bichinho.
- Mamãe, o pretinho tá amassado...
- Não tá Gu, para de implicar com o Pretinho e vai dormir. (choro)
- Tá sim mamãe, olha aqui! (mostrando o vinco da blusa azul que o Pretinho usa).
- Gu, vamos dormir filho, é bullying você ficar falando assim do Pretinho tadinho, o que ele vai achar? Você também tá amassado, você tá de pijama!
- Eu não tô amassado, não tô amassadoooooooooooo... (choro, muito choro)
- Gu, vira e dorme, são cinco da manhã!
Como o Gu herdou toda nossa teimosia, ele ficou acordado, com algumas pequenas crises de choro desesperado, até seis e meia da manhã, quando o pipiu finalmente chegou na janela. Fizemos o tetê, é óbvio que ele secou mais essa mamadeira... E eu voltei a dormir, mais longos vinte minutinhos até a hora de acordar oficialmente e ir trabalhar. Foi dureza, mas foi muito engraçado...
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